Blog criado pelos cerimoniários Felipe de Queiroz Souto e Gustavo Maranha, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Americana, Diocese de Limeira, São Paulo.
Nosso objetivo é levar a Palavra de Deus e as notícias da Santa Igreja!
Que a Paz de Cristo, Luz do mundo, esteja com você!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Confira...

Confira as novidades de hoje!!!

Evangelho - Santo Evangelho
Santo - Santos
Batismo, fonte da vida nova! - Dogma

                                                                                          AD COR DEI!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Twitaço 16/01!!!

Paz e Bem Irmãos!!!
Nós falamos em notícias que haveria um Twitaço dia 16/01/2012 contra a Rede Record, mas infelizmente erramos, realmente haverá um twitaço católico, porém não contra a TV Record, mais sim a favor da JMJ, alcançamos o 4º lugar nos assuntos mais falados do Twitter no dia 16/12/2011 protestando a Record, agora vamos chegar em 1º lugar em favor da JMJ RIO 2013!
Desculpa galera, mas não é por isso que vamos deixar de utilizar a hashtag #BrasilSemTVRecord, vamos continuar!!!
No dia 16 deste mês, às 14 horas utilize a hashtag #JMJ2013EuApoio, vamos alcançar o 1º lugar!!!

                                                                                                                                        AD COR DEI!

Cristo, luz para as nações e para o interior de cada homem



Hoje celebramos a Epifania do Senhor. Para nós, cristãos, a Solenidade da Epifania representa a assunção humana de Jesus Cristo, quando o filho do Criador dá-se a conhecer ao Mundo. Na narração bíblica, Jesus deu-se a conhecer a diferentes pessoas e em diferentes momentos, porém, o mundo cristão celebra como epifanias três eventos: a Epifania propriamente dita perante os Magos do Oriente (como está relatado em Mateus 2, 1-12); a Epifania a João Batista no rio Jordão e a Epifania a Seus discípulos e início de Sua vida pública com o milagre de Caná quando começa o Seu ministério.
No sentido literário, a “epifania” é um momento privilegiado de revelação, quando acontece um evento ou incidente que “ilumina” a vida da personagem.
O “Dia de Reis”, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebera a visita de uns “magos” que, segundo o hagiológio, foram três Reis Magos.
A data marca, para nós católicos, o dia para a adoração dos Reis, que a tradição surgida no século VIII converteu nos santos Belchior, Gaspar e Baltazar. Nesta data, ainda, encerram-se os festejos natalinos – sendo o dia em que são desarmados os presépios e, por conseguinte, são retirados todos os enfeites natalinos.
O tema da luz domina as solenidades do Natal e da Epifania, que antigamente – e ainda hoje no Oriente – estavam unidas numa só grande “festa das luzes”. No sugestivo clima da Noite Santa apareceu a luz. Nasceu Cristo “luz dos povos”. É Ele o “sol que surge do alto (cf. Lc, 1,78). Sol vindo ao mundo para dissipar as trevas do mal e inundá-lo com o esplendor do amor divino. Escreve o evangelista João: “O Verbo era a luz verdadeira que, vindo ao mundo, a todo o homem ilumina” (1, 9).
“Deus é luz”, recorda sempre São João, sintetizando não uma teoria gnóstica, mas “a mensagem que recebemos dele” (1 Jo 1, 5), isto é, de Jesus. No Evangelho, ele lembra de novo a expressão recolhida dos lábios do Mestre: “Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8, 12).
Encarnando, o Filho de Deus manifestou-se como luz. Luz não só para o exterior, na história do mundo, mas também para o interior do homem, na sua história pessoal. Fez-se um de nós dando sentido e valor renovado à nossa existência terrena. Deste modo, no pleno respeito pela liberdade humana, Cristo tornou-se ” lux mundi” (a luz do mundo). Luz que brilha nas trevas (cf. Jo 1, 5).
Hoje, na solenidade da “Epifania”, que significa “Manifestação”, volta com vigor o tema da luz. Hoje, o Messias, que em Belém se manifestou a humildes pastores da região, continua a revelar-se luz dos povos de todos os tempos e de todos os lugares. Para os Magos, vindos do Oriente para O adorar, a luz do “rei dos judeus que acaba de nascer” (Mt 2, 2) assume a forma de um astro celeste, muito brilhante, a ponto de atrair o seu olhar e os guiar até Jerusalém. Põe-nos, assim, nas pegadas das antigas profecias messiânicas: “Uma estrela sai de Jacó e um cetro flamejante surge do seio de Israel…” (Nm 24, 17).
Como é sugestivo o símbolo da estrela que se repete em toda a iconografia do Natal e Epifania!
Ainda hoje, evoca profundos sentimentos, mesmo se, como tantos outros sinais do sagrado, corre o risco de se tornar banalizada pelo uso consumista que dela é feito. Todavia, recolocada no seu contexto original, a estrela que contemplamos no presépio fala ao espírito e ao coração do homem do terceiro milênio.
Fala ao homem secularizado, despertando nele a nostalgia da sua condição de viandante à procura da verdade e desejoso do absoluto. A própria etimologia do verbo “desejar” evoca a experiência dos navegantes, que se orientam durante a noite observando os astros, que em latim se chamam “sidera”.
Quem não sente a necessidade de uma “estrela” que o guie no seu caminho sobre a terra? Sentem esta necessidade tanto os indivíduos como as nações. Para vir ao encontro deste desejo de salvação universal, o Senhor escolheu para si um povo, que fosse estrela orientadora para “todas as famílias da terra” (Gn 12, 3). Com a Encarnação de Seu Filho, Deus alargou, depois, a eleição a todos os outros povos, sem distinção de raça e cultura. Assim nasceu a Igreja, formada por homens e mulheres que, “unidos em Cristo, são dirigidos pelo Espírito Santo na sua peregrinação para o Reino do Pai e receberam uma mensagem de salvação, que devem comunicar a todos” (Gs 1).
Ressoa, portanto, para toda a comunidade eclesial o oráculo do profeta Isaías, que escutamos na primeira leitura: “Levanta-te e resplandece, chegou a tua luz; a glória do Senhor levanta-se sobre ti!… As nações caminharão à tua luz, os reis, ao resplendor da tua aurora” (Is 60, 1.3).
Acolhendo Jesus, nossa Luz, sejamos como estrelas que O apontem para a humanidade ou levem a humanidade até Ele, para que O conheça e O adore, e O tenha como a Luz de sua vida. O ouro aponta Jesus como o Rei universal; o incenso, como Deus. Mas é Rei e Deus pelo amor e serviço sem reservas nem medidas, até o extremo da morte, lembrada pela mirra.
Padre Bantu Mendonça

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Nosso batismo é um compromisso de seguimento a Cristo


João Batista não negava ser comandado pelo poder do Alto para operar a obra designada a ele por Deus desde a época dos profetas. Esse poder consistia na pregação do Reino e na remissão dos pecados pelo arrependimento, externado no rito do batismo nas águas.
Hoje nossa cultura religiosa limita o poder do Alto essencialmente à manifestação de milagres de cura e operações sobrenaturais pelo simples fato de que estes sinais aconteciam no ministério de Jesus. Mas releva-se que o contexto, onde estes eventos sobrenaturais aconteciam, eram no fundo para servir de confronto com a mentalidade religiosa e estas operações sempre serviram para que a consciência dos participantes e espectadores se convertesse de sua acomodação e limitação espiritual.
Reitero que creio em milagres e operações sobrenaturais, no entanto, não firmo minha fé exclusivamente nessas ocorrências. Deus pode não achar bom curar determinadas pessoas, por motivos que competem exclusivamente a Ele decidir. Mesmo diante desse contexto, Ele não deixará de ser Deus. Mas se firmar minha fé somente no que vejo de extraordinário, caso não aconteça o milagre de que necessito, minha fé correrá o sério risco de revelar-se superficial e inoperante para trazer paz à minha vida em momentos de aflição.
O ato de retirar as sandálias era uma função dos escravos da casa dos nobres, para a seguir lavarem-lhes os pés e ungi-los com óleo para que se reidratassem da caminhada no clima árido do deserto. Portanto, era uma posição de máxima subserviência ao amo. Observe-se que desamarrar era o mais simples ato deste costume comum à época, que implicava em se curvar,  um sinal que no contexto espiritual significa reverenciar a Deus.
Por saber que o seu poder vem de Deus, João Batista submete-se à autoridade d’Ele, pois sabia que somente prenunciava o mais poderoso que haveria de vir, colocando-se numa posição de máxima subserviência, como os escravos que lavavam e hidratavam os pés do amo e seus convidados.
Mesmo com esse poder, João Batista sabia que, por mais que o batismo nas águas significasse que o interior do ser havia se conscientizado do pecado e do amor de Deus em implantar Seu Reino entre os arrependidos, este [batismo] não era suficiente para fazer o homem mudar seu instinto natural ao pecado. Razão pela qual necessitava da intervenção divina na vida do ser, o que só se realizaria com o batismo no Espírito Santo, promovido somente por Jesus.
Para que essa possibilidade se tornasse realidade, Jesus cumpriu o rito do batismo do arrependimento, mesmo sendo Ele um “Rabi”, que quer dizer Mestre. Esse batismo do arrependimento de Cristo foi também Seu batismo com e no Espírito Santo, uma vez que o Espírito Santo desceu como uma pomba sobre Ele. E uma voz se fez ouvir: “Tu és o meu Filho querido e me dás muita alegria”.
Pensemos: se Jesus, sendo um dos mestres judaicos, ao se “arrepender” e sob o ponto de vista demonstrado na Bíblia de que Ele padeceu na carne todo tipo de tentação e inclinação carnal – portanto passível de arrependimento também como homem – abriu a possibilidade para que Deus desse de Seu Espírito para Ele, então essa possibilidade também está aberta a todos que assim o desejam!
Esse objetivo divino – fazer com que Seu Espírito faça habitação em todos os que se arrependem – é cumprido em Cristo em Seu batismo no Rio Jordão. E o júbilo divino em ver esse objetivo cumprido em Jesus é traduzido por Seu inesperado rompante, declarando Sua alegria em ver Seu Filho amado cumprindo Sua vontade. O Espírito Santo é Deus nos guiando em toda a verdade, fazendo florescer os dons – em especial o do amor – e dando-nos a capacitação para mudarmos nossa mentalidade corrompida, frutificando em obras e vida plena.
Como você tem vivido o seu batismo? Quero recordar a você que o nosso batismo é um compromisso de seguimento a Cristo, na transformação deste mundo pelo amor de Deus, incutido em nosso coração por Jesus hoje batizado no Jordão por João Batista.
Padre Bantu Mendonça

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Confira...

Confira hoje!!!

Evangelho - Santo Evangelho
Santo - Santos
Ateísmo - Dogma

Que tal fazer um tour pelo Vaticano agora?

Como assim???
É isso mesmo, faça um tour pelo Vaticano agora, sem se levantar, ter que pegar um avião, eai, quer tentar???
É fácil basta escolher abaixo qual basílica você quer visitar, clique e comece agora!

São Pedro
São João de Latrão
São Paulo (Fora dos muros)
Santa Maria Maior
Capela Sistina
Capela Paulina

Obs.:Dados acima são direitos do Vaticano, tanto que o site em que você esta entrando é posse do próprio.

Eucaristia, o sacramento da unidade


Na comunhão, ao receber uma hóstia consagrada, a pessoa recebe Jesus por inteiro. Não um "pedacinho" de Jesus, mas toda a Sua Pessoa, o Seu Corpo ressuscitado, que tem Carne e sangue.
Quando o sacerdote parte a hóstia, em cada uma das partes está Nosso Senhor Jesus Cristo. É o Seu Corpo ressuscitado. E porque Ele tem um Corpo ressuscitado, pode dar-se inteiro e ao mesmo tempo para cada um de nós em particular. Jesus não se divide nem se multiplica, há um só Jesus, Ele supera a lei do espaço.
É por isso também que a Eucaristia é chamada de “o sacramento da unidade”.Quando comungamos, todos entramos em comunhão: todos juntos somos um em Cristo.
Tanto na forma de pão como na forma de vinho, recebemos Jesus por inteiro: Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova